Quero te ver no Natal

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O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê
Nem ver quando se pensa.
Fernando Pessoa

Nesse Natal quem quiser me dar um presente
Venha me ver e venha inteiro
E me olhe nos olhos
E me olhe na alma

Nesse Natal quero distribuir muitos presentes
De olhar e ver o outro
De ouvir e escutar o outro
Presentes de afeto

Quando tem afeto tem fazer a diferença
Para o outro com a sua presença
E a presença é o presente

Nesse Natal, que tal?
A gente brincar de ser humano?

Se for ao Peru, não corra

Se for ao Peru, não corra.  Primeiro por causa da altitude.  Depois por que vale a pena conhecer o país com calma. Há muita diversidade, beleza e riqueza cultural para ser explorada. Reserve pelo menos 10 dias para aproveitar a viagem.

Ser for ao Peru, não coma nas primeiras 12 horas. Espere um pouco para apreciar a deliciosa culinária Peruana. Em vez disso, tome chá de Coca para ajudar a se aclimatar com a altitude.

Se for ao Peru, descanse.  É bom tomar umas sessões de oxigênio também, quando voltar das caminhadas e passeios. É normal ter taquicardia e falta de ar.

Como dizem os locais: “Andar despacito, comer poquito, dormir solito”

Pois eu vacilei nos primeiros momentos em Cusco e passei super mal, durante 24 horas. Passados o susto e a aflição de achar que aquele enjôo terrível nunca ia acabar, acabou não sendo tão ruim por que serviu como uma espécie de limpeza Inca…

Viajamos no grupo da Pax, coordenado pela Médium Carmem Balhestero e pelo Xamã K’ uichy Flores do Peru.  Claro que isso fez toda a diferença.  A viagem espiritual que realizamos com eles adicionou uma camada essencial às maravilhas geográficas, históricas e culturais que conhecemos.  Em cada lugar que visitamos, eles nos levavam a um espaço invisível para os outros turistas, uma fonte escondida, uma pedra de onde emanava uma luz especial, que só eles viam, e lá realizávamos um ritual, uma meditação e recebíamos uma mensagem do Mestre Saint Germain.  Foi divino, voltamos novos em folha!

Se for ao Peru, contrate um bom guia turístico e espiritual.  K’ uichy, um verdadeiro líder servidor, me curou dos enjôos, nos iniciou nos mistérios sagrados dos Incas e nos salvou de um mega perrengue com o cancelamento de um vôo de Puno prá Lima, renegociando todos os transportes, passeios e hospedagens.  Além disso, colocou para nos atender em Puno, às margens do Lago Titicaca, o adorável Ivan, jovem da tribo dos Uros, que vivem nas ilhas flutuantes.  Fomos visitar sua familia e passamos uma manhã especial com eles.  Também nos levou prá conhecer o templo da fertilidade que fez as crianças morrerem de rir e as ruínas de Sillustani, onde vimos o por de sol e nascer de lua mais incrível da nossa vida.  Valeu Peru!

Serviço: Cusco no Hotel Royal Inka, Águas Calientes no Andina Luxury, Machu Picchu via Inca Rail, Puno no Casona Plaza Hotel, Lima no Colon Miraflores e – imperdível – Nasca no Hotel Nazca Lines.  Faltou Arequipa.  Gostei demais de viajar de ônibus pela empresa Cruz del Sur, que tem até serviço de bordo.  O Peru é baratíssimo prá brasileiros, um sol corresponde a R$ 0,60. Adorei também tirar dinheiro do caixa eletrônico com meu cartão de débito brasileiro. Prá isso, basta ligar no banco/site e avisar para desbloquear essa função.  Celulares também operam normalmente. Inclusive a quantidade de locais com WiFi é incrível, pontuei de montão no Foursquare.

HOMERO EM RAP

“A ideia surgiu quando percebi que os rappers fazem parte da tradição dos bardos, poetas cantores que na Grécia antiga cantavam versos de Homero. Montei o projeto com Sergio Zeigler, chamei o MC Max B O e o DJ Babão que adaptaram e musicaram trechos dos poemas, selecionados por André Malta, professor de literatura grega na USP.”  Cacilda Teixeira da Costa

ILÍADA&ODISSÉIA | RITMO&POESIA
o rapper Max BO e o Dj Babão reinventam os cantos de Homero

Como sabemos, os poemas homéricos foram compostos há mais de 3 mil
anos e estão na base da civilização grega que nos legou diferentes formas
de expressão poética, literatura, teatro, filosofia, artes plásticas entre outras
manifestações culturais. Embora de uma época remota, os temas da Ilíada e
Odisséia podem ser reconhecidos no nosso cotidiano:

a ira de Aquiles e a violência de Agamenon, em um confronto selvagem
entre os dois heróis

a perdição amorosa de Ares e Afrodite e a reação humorada dos
deuses;

o desafio impensado de Odisseu ao Ciclope

as provocações reivindicatórias de Tersites em seu desacato aos reis.

Mas será possível uma leitura contemporânea dessa obra? Quem seria na
sociedade atual o equivalente ao aedo, poeta cantor da epopéia grega? Que
interesse esses poemas podem despertar no publico atual?

Em busca dessas respostas, Cacilda Teixeira da Costa convidou o MC Max B
O para realizar uma performance com trechos de cantos da Ilíada e Odisséia
de Homero em português, recriados e musicados em rap pelo poeta-cantor.

Selecionados pelo professor André Malta e musicados em parceira com DJ
Babão, Max B O interpreta os poemas por meio de sua palavra cantada e
ritmada que retoma a tradição oral da poesia na antiguidade.

O MC e o DJ, ligados ao Hip Hop, partem de Homero para a realização de uma
performance experimental, diante de um público contemporâneo. Os trechos
dos poemas recortam alguns dos momentos mais significativos da Ilíada e
Odisséia.

O espetáculo será complementado pela cenografia virtual de Libero Malavoglia
explorando aspectos gráficos da arte grega.

Idealização e curadoria: Cacilda Teixeira da Costa
Seleção dos cantos e consultoria: André Malta
Produção: Ana Almeida
Direção & Vídeo: Sérgio Zeigler

Entrada Grátis

17/06 e 18/06 (sexta e sábado) – 20h
CCJ – Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso
Av. Dep. Emilio Carlos, 3641 – Vl. Nova Cachoeirinha
Tel. 3984-2466

23/06 (quinta-feira) – 21h
Teatro Cacilda Becker
R. Tito, 295 – Lapa 
Tel. 3864-4513
    
30/06 (quinta-feira) – 19h
Biblioteca Álvares de Azevedo
R. Catão, 611 – Lapa
Tel. 3675-7916

30/06 (quinta-feira) – 21h
Teatro Paulo Eiró
Av. Adolfo Pinheiro, 765 – Alto da Boa Vista – Santo Amaro
Tel. 5686-8440

01/07 (sexta-feira) – 20h
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
R. Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros
Tel. 3082 5023

03/07 (domingo) – 15h
Biblioteca Cora Coralina
R. Otelo Augusto Ribeiro, 113 – Guaianases
Tel. 2557-8004

07/07 (quinta-feira) – 21h
Teatro Arthur Azevedo
Av. Paes de Barros, 955 – Mooca
Tel. 2605-8007

14/07(quinta feira) – 21h
Teatro Zanoni Ferrite
Av. Renata, 163 – Vila Formosa
Tel. 2216-1520

21/07 (quinta-feira) – 21h
Teatro João Caetano
R. Borges Lagoa, 650 – Vl. Clementino
Tel. 5573-3774

Mamma Mia encanta novamente

Hoje minha filha me arrastou prá ver o musical.  Depois de ver o filme n vezes,  ouvir o CD até furar, pensei que o musical não seria nada demais. Me enganei.  Ok, este é um gênero, e dentro deste gênero Mamma Mia é original, engraçado, coeso e divertidíssimo!  Adorei.  Se falta alegria na sua vida, não perca. Se não falta, você vai sair pulando do teatro. E vai aprender a rir de si mesmo, elemento essencial para a saúde mental. Presta atenção na música “take a chance on me”  o barato que é, protagonizada pela Rosie (aí em cima, de vermelho). O musical foi feito, criado e produzido por mulheres, a gente sente aquele senso de humor feminino zoando com as personagens de meia-idade. A paulistada curte, mas não é esperta o bastante para aproveitar e chacoalhar tudo o que puder.  Assistem sentadinhos e comportadinhos até o bis. Até no flash mob abaixo poucas pessoas se dispõem a soltar a franga, quer dizer, soltar a máscara de sério e virar um pouco criança livre.  Tão na deles, paciência.

flash mob

Sombra

O alcance do que pensamos e fazemos
é limitado pelo que deixamos de notar.
E por deixarmos de notar que deixamos de notar
pouco podemos fazer para mudar,
até que notemos
como o deixar de notar
forma nossos pensamentos e ações.
R. D. Laing

Sombra, o que é?

Cada um de nós contém um Dr. Jekyll e um Mr. Hyde: uma persona agradável para o uso cotidiano e um eu oculto e noturno que permanece amordaçado a maior parte do tempo.

Emoções e comportamentos negativos — raiva, inveja, vergonha, falsidade, ressentimento, lascívia, cobiça, tendências suicidas e homicidas — ficam escondidos logo abaixo da superfície, mascarados pelo nosso eu mais apropriado às conveniências. Em seu conjunto, são conhecidos na psicologia como a sombra pessoal, que continua a ser um território indomado e inexplorado para a maioria de nós.

Muitas forças estão em jogo na formação da nossa sombra e, em última análise, determinam o que pode e o que não pode ser expresso. Pais, irmãos, professores e amigos criam um ambiente complexo no qual aprendemos aquilo que representa comportamento gentil, conveniente e moral, e aquilo que é mesquinho, vergonhoso e pecaminoso.

A sombra age como um sistema imunológico psíquico, definindo o que é eu e o que é não eu. Pessoas diferentes, em diferentes famílias e culturas, consideram de modos diversos aquilo que pertence ao eu e aquilo que pertence à sombra. Por exemplo, alguns permitem a expressão da raiva ou da agressividade; a maioria, não. Alguns permitem a sexualidade, a vulnerabilidade ou as emoções fortes; muitos, não. Alguns permitem a ambição financeira, a expressão artística ou o desenvolvimento intelectual; outros, não.

Todos os sentimentos e capacidades que são rejeitados pelo eu e exilados na sombra contribuem para o poder oculto do lado escuro da natureza humana. No entanto, nem todos eles são aquilo que se considera traços negativos. Esse escuro tesouro inclui a nossa porção infantil, nossos apelos emocionais e sintomas neuróticos bem como nossos talentos e dons não-desenvolvidos.

O encontro com a Sombra
O inconsciente não pode ser consciente; a Lua tem seu lado escuro, o Sol se põe e não pode iluminar o mundo todo ao mesmo tempo, e mesmo Deus tem duas mãos. A atenção e o foco exigem que algumas coisas fiquem fora do campo visual, permaneçam no escuro. Não se pode olhar em duas direções ao mesmo tempo.

Por essa razão, em geral vemos a sombra indiretamente, nos traços e ações desagradáveis das outras pessoas, lá fora, onde é mais seguro observá-la. Quando reagimos de modo intenso a uma qualidade qualquer (preguiça, estupidez, sensualidade, espiritualidade, etc.) de uma pessoa ou grupo, e nos enchemos de grande aversão ou admiração — essa reação talvez seja a nossa sombra se revelando. Nós nos projetamos ao atribuir essa qualidade à outra pessoa, num esforço inconsciente de bani-la de nós mesmos, de evitar vê-la dentro de nós.

Essa projeção é como disparar uma flecha mágica. Se o destinatário tem um “ponto fraco” onde receber a projeção, então ela se mantém, Se projetamos nossa raiva sobre um companheiro insatisfeito, ou nosso poder de sedução sobre um atraente estranho, ou nossos atributos espirituais sobre um guru, então atingimos o alvo e a projeção se mantém. Daí em diante, emissor e receptor estarão unidos numa misteriosa aliança, como apaixonar-se ou encontrar o herói (ou vilão) perfeito.

A sombra pessoal contém, portanto, todos os tipos de potencialidades não-desenvolvidas e não-expressas. Ela é aquela parte do inconsciente que complementa o eu e representa as características que a personalidade consciente recusa-se a admitir e, portanto, negligencia, esquece e enterra… até redescobri-las em confrontos desagradáveis com os outros.

Para proteger-nos da maldade humana que essas forças inconscientes de massa podem representar, dispomos de uma única arma: maior conscientização individual. Se deixamos de aprender ou se deixamos de agir com base naquilo que aprendemos com o drama do comportamento humano, perdemos nosso poder, enquanto indivíduos, de alterar a nós mesmos e, assim, salvar o nosso mundo. Sim, o mal estará sempre conosco. Mas as conseqüências do mal irrefreado não precisam ser toleradas.

“Uma grande mudança na nossa atitude psicológica está iminente”, disse Jung em 1959. “O único perigo verdadeiro que existe é o próprio homem. Ele é o grande perigo e estamos, infelizmente, inconscientes dele. Nós somos a origem de todo o mal vindouro.”
Hoje podemos dar um renovado significado psicológico à idéia de poder individual. Os limites para a ação de confrontar a sombra estão — como sempre estiveram — no indivíduo.

A aceitação da sombra
O objetivo de encontrar a sombra é desenvolver um relacionamento progressivo com ela e expandir o nosso senso do eu alcançando o equilíbrio entre a unilateralidade das nossas atitudes conscientes e as nossas profundezas inconscientes.

Um relacionamento correto com a sombra nos oferece um presente valioso: leva-nos ao reencontro de nossas potencialidades enterradas. Através do trabalho com a sombra (expressão que cunhamos para nos referir ao esforço continuado no sentido de desenvolver um relacionamento criativo com a sombra), podemos:

  • chegar a uma auto-aceitação mais genuína, baseada num conhecimento mais completo de quem realmente somos;
  • desativar as emoções negativas que irrompem inesperadamente na nossa vida cotidiana;
  • nos sentir mais livres da culpa e da vergonha associadas aos nossos sentimentos e atos negativos;
  • reconhecer as projeções que matizam as opiniões que formamos sobre os outros;
  • curar nossos relacionamentos através de um auto-exame mais honesto e de uma comunicação direta;
  • e usar a nossa imaginação criativa (através de sonhos, desenhos, escrita e rituais) para aceitar o nosso eu reprimido.

A auto análise, a reflexão e o feedback são rituais de renovação pelos quais a personalidade da sombra pode ser percebida e assimilada, reduzindo assim seus potenciais inibidores ou destrutivos e liberando a energia vital positiva que estava aprisionada. Lidar com a sombra e o mal é, em última análise, um “segredo individual” e é uma experiência tão poderosa que pode transformar a pessoa como um todo.

Adaptado de “Ao encontro da Sombra” de CONNIE ZWEIG

As 10 + de férias mochileiras na Europa

As 10+

1. Botas Thimberland para andar muito, no frio, na chuva e na neve.

2. Capa de chuva com forro de pele (falsa) destacável para não pesar e adequar-se a diferentes temperaturas

3. Assessoria do site TripAdvisor

4. 1 mala média com 8 rodinhas e uma mochila por pesoa

5. Cartão de crédito

6. Hospedar-se em Hostels

7. Free walking tours

8. Trocar dinheiro no aeroporto do Brasil

9. Amigos de amigos locais

10. Viajar no inverno para não pegar filas e locais lotados, além  de preços mais altos

Feliz Ano Novo com as Possibilidades de Wislawa Szymborska

Possibilidades

Prefiro o cinema.
Prefiro os gatos.
Prefiro os carvalhos nas margens do Warta.
Prefiro Dickens a Dostoievski.
Prefiro-me a gostar das pessoas
em vez de amar a humanidade.
Prefiro para uma emergência ter agulha e linhas.
Prefiro a cor verde.
Prefiro não afirmar
que a razão é a culpada de tudo.
Prefiro as excepções.
Prefiro sair mais cedo.
Prefiro falar de outras coisas com os médicos.
Prefiro as velhas ilustrações listradas.
Prefiro o ridículo de escrever poemas
ao ridículo de não os escrever.
Prefiro no amor os pequenos aniversários
para festejar todos os dias.
Prefiro os moralistas que nada me prometem.
Prefiro uma bondade algo prudente
a outra confiante em demasia.
Prefiro a terra à civil.
Prefiro os países conquistados
aos conquistadores.
Prefiro guardar as minhas reservas.
Prefiro o inferno do caos ao inferno da ordem.
Prefiro as fábulas de Grimm às primeiras páginas dos jornais.
Prefiro folhas sem flores às flores sem folhas.
Prefiro os cães sem a cauda cortada.
Prefiro os olhos claros porque os tenho escuros.
Prefiro gavetas.
Prefiro muitas coisas que não menciono aqui
a outras também aqui não mencionadas.
Prefiro os zeros soltos
aos dispostos em bicha para o número.
Prefiro o tempo de insectos ao de estrelas.
Prefiro fazer figas.
Prefiro não perguntar se ainda demora e quando é.
Prefiro tomar em consideração a própria possibilidade
de ter a existência o seu sentido.

tradução de Ana Cristina César em A Natureza do Mal

10 Lições de Liderança de Paul McCartney

10 Lições de Liderança que aprendi com Paul McCartney:

1. Inspire sentimentos positivos: Paul canta, de John Lennon: “All we are saying is give Peace a chance”. Depois que acaba, a platéia  continua e ele diz: “As pessoas do mundo estão ouvindo e agradecendo por isso.”

2. Surpreenda: Paul mudou a abertura na segunda noite do show em São Paulo e tocou Magical Mistery Tour. Improvisou um “chove chuva ” e um coro de “oh oh São Paulo!” E ninguém esperava aquela chuva de fogos em “Live and Let Die”!

3. Elogie: “You are something else”  Todas as vezes que pode, Paul mostrou o quanto estava satisfeito com a platéia.

4.  Saiba ouvir: Quando a platéia fez: “she loves you yeah yeah yeah” ele respondeu: “And I love you yeah yeah yeah”

4.  Peça feedback: “Tudo ótchimo?” “Tudo bem in the rain?” “Como está meu portuguêix?”

5.  Seja positivo e bem humorado: “We are going to have a good time!” Quando caiu, se levantou e sorriu. No dia seguinte, fingiu que ia cair…

6.  Valorize e agradeça: “Minha banda fantástica!” Contaram quantas vezes ele disse “Thank you!”? Pediu palmas para sua equipe técnica, os caras da luz, do telão, do som.

7.  Use linguagem adequada às pessoas: “Vou falar portuguêix” Na França ele fala Francês, na Argentina, espanhol e assim por diante..

8.  Valorize as idéias: O momento que seu baterista Abe faz uma dancinha, ou o guitarrista finge que cai.. O show é feito por todos.

9 – Mantenha o espírito jovem: O cara tem 68 anos!

10. Invista em qualidade: O show é impecável. Pontualíssimo, o som da melhor qualidade, as imagens perfeitas, enfim a estrutura ideal para a melhor performance. E um ato de amor e respeito a si mesmo, sua equipe  e a plateia.

Parteira Cibernética

Adorei te conhecer e aprender com você como melhorar minha gestão, foi muito enriquecedor esses dias que passamos juntas. Você passa que ama o que você faz e isso a torna única. Obrigada por ter me ajudado a entender que o meu papel como gestora é muito mais do que dar feedback, e sim cuidar de pessoas!  Adorei sua alegria e seu jeito acolhedor. Hoje saio daqui amando muito mais o que eu faço! Você me ajudou muito nisso!

Que privilégio, que honra poder criar as condições para que alguém passe a amar mais o que faz e entenda que seu papel é cuidar das pessoas! Um dia me perguntaram por que queria ser consultora e eu respondi que queria ser um tipo de parteira de mudanças, participar das criações das pessoas.  E de repente vem por escrito, sem querer, sem pedir, essa mensagem carinhosa, prá me mostrar que de alguma forma isso está acontecendo. Nasceu um observador de si mesmo! Alguém percebeu algo mais, uma possibilidade a mais se abriu no universo. Ali nascia também uma parteira cibernética, ajudando a virem ao mundo novas percepções, novas consciências.. Parindo reflexão, auto-observação e amor.

Profunda gratidão, profundo prazer e diversão!

Há como definir valores organizacionais?

O que são valores para mim?
A que eu dou valor?
O que me dá satisfação?
Felicidade no trabalho?
Qual minha missão de vida?
Qual minha visão de futuro?
Que valores distingo em meu cotidiano?
Missão, Visão e valores não são em si. Eles se constróem na convivência.  E como estão sendo construídos conjuntamente na relação das pessoas de uma organização? Entre as pessoas que servem outras organizações? Entre as pessoas da organização e seus stakeholders?

“A cultura não predetermina o viver que se viverá, mas quem cresce nela a in-corpora, e sua corporalidade se transforma de modo que, a menos que ante uma disjuntiva ele ou ela reflexione sobre o que faz, escolhe sem escolher viver o que o viver a cultura que vive implica.” Humberto Maturana

Então, o caminho do olhar trino reflexivo talvez seja um caminho:  ”Os três olhares – o que olha os componentes, o que olha suas relações e o que olha a totalidade destes – integram e constituem o saber olhar”
Podemos então paritr dos valores, convidar as pessoas a se olharem fazendo o que fazem como indivíduos, depois como os valores se manifestam nas suas relações entre si e com os clientes e depois o todo: A organização como totalidade vivendo esse processo de transculturação. Como as pessoas vêem isso.
Penso que a partir dessa reflexão, abre se a oportunidade de escolha autônoma, saindo do “escolhe sem escolher”.

A questão é, como propor uma reflexão como esta levando em conta as inúmeras falas que stão represadas nas gargantas? E como superar o mero conversar formal autômato para construirmos um ambiente onde possa surgir o ser humano autônomo?

“Uma compreensão de valores é essencial no contexto de organizações humanas – públicas e privadas. Não podemos relegar a questão de valores para meras discussões semânticas e demagogia colorida. A sustentabilidade do próprio planeta exige uma urgente reavaliação do que valorizamos e como esses valores devem funcionar nas nossas vidas e trabalhos.Os valores humanos não podem ser simplesmente decretados ou estabelecidos através de um plano estratégico. São frutos de um trabalho no fundo do ser. Uma boa definição de espiritualidade é justamente a prática de valores humanos em situações adversas. É o desenvolvimento de verdade dos próprios valores previstos no plano estratégico e que são a base do desempenho de boas equipes de trabalho. Quando o trabalho se move em direção a um propósito compartilhado, elevado e cheio de paixão, ele dá vida ao trabalho em si, ao trabalhador e ao o mundo em que vive. A otimização do potencial humano para trabalhar de forma mais integrada acaba sendo um fator crucial de sucesso ou  fracasso.” Ken O´Donnell

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