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Queria sair escondido
Queria sair escondido de nós dois
De um jeito que a gente não percebesse
Prá gente poder ser feliz em paz.
De um jeito que o amor passasse despercebido e escapasse da vida
Dessa vida sem espaço
Sem colo sem chance
Onde tudo é exigência obrigação
Essa vida que mata tudo antes de nascer.
Queria me esconder, escapar, fugir sumir com você
Sair escondido, dançar, voar, nadar até Shangrilá, Babilon, sei lá.
Achar nossa ilha da fantasia e nunca mais sair de lá.
Achei que a gente ia achar essa ilha dentro da gente.
Que pena, não achei.
Março 11, 2009 at 7:11 pm
“Bem vinda seja a “fragilidade humana”. As forças e fragilidades são fundamentais na natureza. São o tempero da VIDA
Que bom saber que quando a gente perde o passo da dança a gente pode acertar de novo
Abençoadas sejam as brincadeiras, pois elas tornam leve os desafios
E que bom ter amigos que atendem ao nosso pedido de socorro desesperado com um ABRAÇO (ainda que virtual) e nos convidam a VOAR… VOAR…
Quanto às boas, lindas e transformadoras energias. Salve!!! Elas são extraordinárias em alguns momentos. Mas quando destampa de algum lugar aquela cascata de substâncias químicas que são jorradas descoordenadamente na sopa química de nosso corpo afetando e desequilibrando mais de 100 trilhões de células que são responsáveis pelas nossas emoções, dai estas energias tornam-se perigosas. Nada como uma boa aula de yoga para devolver tudo ao seu devido lugar… não é mesmo ?
E sobre os encantamentos das almas … respiro e sinto o intraduzível, o intocável, o inexplicável…” (Fatima Lisboa Nascimento)
Março 11, 2009 at 7:15 pm
CHUVA fim de tarde ao fim do carnaval (Praia Riviera SPfev2009)
Oh chuva chuva amada
Chuva das almas desesperadas
Chuva da purificação
Chuva da redenção
Oh chuva da renovação
Bem vinda chuva amada
Que me faz tão refrescada
Do maremoto da emoção
Oh chuva abençoada
Traz de volta a minha estrada
Para eu me sentir mais amparada
E do amor ter medo não
Oh chuva lave minh’alma
Do pesar desta ilusão
Oh chuva me dá a coragem
E a bravura do trovão
Oh chuva me jogue um raio
De luz iluminação
Me ensina a ser a “mulher amada”
Pois num sei como é isso não
Fátima Lisboa Nascimento