Venho me perguntando como é que rola o medo na vida. Assim, tipo puxar o freio de mão, levar as coisas em banho maria, segurar a onda. Conservar a segurança, o conhecido. Não arriscar. Não se jogar, não surfar a onda. Ficar na beirinha da vida, brincando na ondinha em vez de dar aquele mergulho. Dizer não prá vida que bate à nossa porta, nos convidando a sair e brincar. Parar na beira da ladeira e olhar, olhar… Olhar prá aquela vontade de pegar um carrinho de rolimã e se jogar, sentir o frio na barriga, a adrenalina, o vento. De repente vem aquele freio, “você vai se arrebentar quando chegar lá embaixo” e a gente para, por que?
Março 14, 2009
Março 15, 2009 at 9:08 pm
… este texto reverbera fortemente em mim… na minha vida faço as mesmas perguntas… mas acho que há uma hora na vida que a gente precisa desenvolver discernimento para saber quando é “zona de conforto” e para sair dela e se jogar sim… é uma questão de vida e morte… morte emocional… acho que estou neste ponto… ou já passei do ponto… sei lá… preciso me jogar e ver o que acontece….pois a morte física é certa, se jogando ou não !!!